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Simone de Beauvoir, ideóloga do feminismo e da pedofilia

Você sabia que Simone de Beauvoir trabalhou fazendo propaganda nazista e foi proibida de lecionar em escolas por praticar pedofilia?

Através dessa pequena publicação, o editorial do Diário Conservador decidiu trazer à tone quem é Simone de Beauvoir, ideóloga tão citada pelas feministas…

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Beauvoir e o Nazismo

Entre 1943 e 1944, quando a França estava sob ocupação nazista, Simone de Beauvoir trabalhou como diretora de sonografia para a Rádio Vichy [1]. A rádio fazia apologia ao Regime de Vichy, implantado na França pelos nazistas e, obviamente, aliado da ditadura assassina de Adolf Hitler. Portanto, o Regime de Vichy era um colaborador ativo da Alemanha [2], sendo a Rádio Vichy porta-voz da propaganda nazista na França.

Apesar de alguns defensores de Beauvoir alegarem que ela foi “obrigada” a trabalhar para a rádio nazista, os manuscritos que a pensadora escreveu na época, revelados posteriormente, contam uma história diferente, mostrando que ela colaborou sem sofrer coerção alguma. O fato é admitido por uma das principais estudiosas de Simone de Beauvoir, Dra. Ingrid Galster – famosa ativista feminista. [3]

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Beauvoir e a Pedofilia

Sendo membro do sindicato dos funcionários públicos, a Rádio Vichy era apenas uma das opções que ela tinha, conforme mostra seus próprios manuscritos. Ela poderia ter trabalhado, por exemplo, numa prefeitura. Só tinha um detalhe: ela tinha de escolher um emprego que não envolvesse ensinar, posto que, mesmo tendo as qualificações e o prestígio necessário, sua carreira como professora estava encerrada. Inclusive, ela possuía o segundo melhor desempenho como estudante de doutorado em sua geração, ficando atrás apenas de seu amante de toda a vida, Jean-Paul Sartre. [4]

A razão pela qual ela não podia mais lecionar estava relacionada exatamente à pedofilia e a Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi demitida por comportamento que levara a corrupção de menor. [5]

O interesse sexual de Beauvoir por crianças foi um tema recorrente durante toda sua vida. Ela foi uma das primeiras filósofas que tentaram unificar o gênero literário que se iniciou nos anos 1930 (e durou até 1980 na Europa Ocidental) chamado ‘pedofilia pedagógica feminina’. [6]

Em um ensaio, intitulado “Brigitte Bardot e a Síndrome de Lolita”, publicada na revista Esquire em 1959, Beauvoir glorifica Brigitte Bardot por seu aspecto físico de criança, que ‘retém a perfeita inocência inerente no mito da infância’e então a apresenta como uma Houdini para meninas, que as liberaria e empoderaria para além das correntes que as subjugavam. [7][8]

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Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maior parte da intelligentsia marxista francesa, assinou uma petição exigindo a legalização da pedofilia e a libertação imediata de três indivíduos condenados a cumprir longas sentenças de prisão por explorar sexualmente vários meninos e meninas com idades entre 11 e 14 anos. A petição foi publicada no próprio Le Monde [9], o maior jornal da França. Leia um trecho do documento:

“Um tempo tão longo de prisão para investigar um simples caso “vicioso” em que as crianças não foram vítimas de qualquer violência, mas ao contrário, testemunharam perante os magistrados que consentiram – embora a lei atualmente negue-lhes o direito de consentir (…) Hoje eles estão em risco de ser sentenciados a uma longa pena de prisão, por terem tido relações sexuais com menores, tanto meninos quanto meninas, ou por terem encorajado e tirado fotografias de suas brincadeiras sexuais. Nós acreditamos que há uma incongruência entre a designação como “crime”, que serve para legitimar tal severidade, e os fatos próprios; mais ainda entra a lei antiquada e a realidade cotidiana em um sociedade que tende a conhecer sobre a sexualidade de crianças e adolescentes (…)”

A petição de 1977 deflagrou uma enorme discussão, em nível nacional, sobre as leis relativas à idade do consentimento, uma discussão em que os abolicionistas (entre os quais Beauvoir e Sartre) se uniram ao Front de Liberátion des Pédophiles (FLIP – Frente de Liberação dos Pedófilos). Logo, Beauvoir não foi apenas uma apologista, mas também uma apoiadora ativa.

Mas o que torna ela uma abusadora é sua atividade de recrutar alunas, abusando-as e passando-as para Jean-Paul Sartre, às vezes separadamente, às vezes em ménage à trois integrado.

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O famoso jornal Telegraph escreveu [10], inclusive, uma curiosa crítica sobre o livro de Carole Seymour-Jones, ‘Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre’ (‘Simone de Beauvoir? Conheça Jean-Paul Sartre’), um livro dedicado a analisar o relacionamento de Beauvoir e Sartre, que chama bastante atenção:

“Por longos períodos, o casal se tornou um “trio”, embora os arranjos raramente funcionassem bem para a terceira parte envolvida (…) para Seymour-Jones, os casos de Beauvoir com suas estudantes não eram lésbicos, mas pedófilos em origem: ela as estava ‘preparando’ para Sartre, na forma de ‘abuso infantil’.”, diz o trecho da crítica.

Pois é! E isto é apenas uma pequena amostra de quem foi a ideóloga do feminismo… existem ainda mais documentos e fatos…

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fontes: 

[1] Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget; The Telegraph, published at September 5, 2013.

[2] https://www.jewishvirtuallibrary.org/the-french-vichy-regime

[3] https://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html

[4] https://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html

[5] https://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/

[6] ibidem

[7] ibidem

[8] Simone de Beauvoir – Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English Library LTD., 1962

[9] https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm

[10] https://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley

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