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Comunistas infiltrados na Igreja Católica tentam articular oposição a Bolsonaro

“Bispos” mandaram distribuir notas criticando o governo

Diversos órgãos ligados à CNBB, como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), não cessam os ataques ao presidente Jair Bolsonaro, mesmo após o fim das eleições.

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A Pastoral Carcerária, por exemplo, também vinculada à CNBB, distribuiu nota na semana passada criticando o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro. O documento foi repassado por influenciadores digitais e blogs ligados ao PT para atingir o ex-juiz que condenou o presidiário Lula da Silva.

O CIMI também divulgou nota de oposição ao governo no último sábado (09), que foi publicada no site da própria CNBB. O ocorrido revoltou a maioria dos católicos.

Mas o pior vem agora: ‘bispos’ comunistas estão tentando articular o Vaticano para fazer oposição ao governo…

Segundo divulgação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre encontros de cardeais do Brasil com o papa Francisco, no Vaticano, está havendo a realização de um Sínodo sobre Amazônia, fator tido como preocupante por parte do governo federal. Na reunião, o Vaticano discutirá por 23 dias a situação da Amazônia.

Contudo, os relatórios da inteligência brasileira apontam que alguns setores da Igreja Católica, aliados ao PT, estariam se articulando para influenciar os debates.

“Estamos preocupados e queremos neutralizar isso aí. […] Achamos que isso é interferência em assunto interno do Brasil”, explicou o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ao jornal Estadão.

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Observação: comunistas não são católicos

Vale lembrar que a Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) não é a Igreja Católica Apostólica Romana, mas uma espécie de sindicado que, infelizmente, é liderado por uma minoria de ‘bispos’ comunistas que tomam frente às ações políticas católicas.

Citamos ‘bispos’ entre aspas pois, segundo o Decreto contra o Comunismo, do Papa Pio XII, publicado pelo Santo Ofício no dia 1 de julho de 1949, todos os católicos que, em obstinação consciente, defendem abertamente o comunismo e colaboram com organizações comunistas e afins, estão automaticamente excomungados (fora da Igreja) ipso facto (ou latae sententiae). (Para ler o Decreto contra o Comunismo, clique AQUI)

Portanto, toda autoridade clerical que favorece o PT não é católica, tampouco segue a doutrina da Igreja.

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