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Por que injetar mais dinheiro na educação não resolve o problema?

O Editorial do Diário Conservador elaborou um pequeno ensaio para que você fique por dentro do assunto. Confira!

Por Editorial Diário Conservador.

Muita gente vem dizendo por aí, como a deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP), por exemplo, que basta injetar mais dinheiro do PIB na educação para melhora-la. Será que é assim tão simples? Será que tudo no Brasil se resolve como os péssimos professores que tivemos no colégio ensinam? Basta colocar mais dinheiro para obter maior qualidade nos serviços públicos?

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A resposta é NÃO!

Vejamos:

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), também conhecida como “Grupo dos Ricos”, é formada por 36 países. Todos são desenvolvidos (elevado IDH) e representam mais da metade do PIB mundial, motivo pelo qual tomaremos os países da Organização como parâmetro.

O Brasil, apesar de estar entre os 10 países mais ricos do mundo, atualmente, não é membro da OCDE, tampouco é considerado uma nação desenvolvida.

Levando o que foi dito em consideração, voltemos ao assunto dos gastos com educação:

O Brasil gasta 6% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação pública por ano — índice superior à média dos países ricos da OCDE, que é de 5,5%. Contudo, os brasileiros ficam sempre em último lugar no ranking mundial de educação, enquanto os países da OCDE, que gastam menos com educação, disputam sempre as primeiras posições.

O motivo é claro: mesmo investindo uma porcentagem menor do PIB em educação, os membros da OCDE investem US$ 10.759 anuais por aluno, enquanto o Brasil investe US$ 5.610 anuais. Por quê? Porque há brasileiros demais utilizando a rede pública de educação!

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E quais seriam as soluções?

Obviamente, aumentar o valor do PIB destinado a educação não é algo viável, pois brasileiro já paga imposto demais e precisa respirar para prosperar. Os impostos são o que impedem o cidadão de subir na vida, essa é a realidade.

Então, oferecemos três medidas: a primeira gerará efeito a longo prazo, a segunda a médio prazo e a terceira a longo prazo. Para que a solução seja definitiva, ambas as medidas devem ser empregadas. Confira:

A curto prazo:

Em 2017, o gasto primário da União com educação totalizou R$ 117,2 bilhões, sendo R$ 75,4 bilhões com ensino superior e R$ 34,6 bilhões em educação básica, ou seja, 2/3 dos gastos em educação vai para as universidades.

Portanto, uma medida que poderia ser extremamente eficiente a curto prazo é a privatização parcial das universidades, garantindo 20% das vagas para alunos de escolas públicas, que obterão bolsa integral mediante vestibular.

Assim, a verba pública poderia ser concentrada quase totalmente na educação básica, fazendo com que o valor gasto por aluno atinja os mesmos níveis dos países da OCDE.

Obviamente, isto aumentaria em muito a qualidade das escolas públicas.

Ainda, através do setor privado, as próprias universidades passariam a gerar renda através de mensalidades, pesquisas e empresas júnior, melhorando a qualidade, também, do ensino superior.

A médio prazo:

Está claro que é necessário abrir a economia através da descentralização estatal, privatização em massa e redução de impostos. Com tais medidas, geraremos emprego, aumentaremos exponencialmente o poder de compra e a qualidade de vida da população. Isso tudo em apenas um período de 4 a 8 anos.

A consequência disto será a migração de brasileiros para colégios particulares e a existência de menos alunos nas instituições públicas, consequentemente, melhorando a qualidade destas e aumentando mais ainda o investimento por aluno, podendo fazer com que o Estado até possa diminuir a porcentagem do PIB destinada a educação sem prejuízos à população.

A longo prazo:

Além de tudo o que foi dito acima, é necessário jogar Paulo Freire e sua ‘Pedagogia do Oprimido’ na lata de lixo. Freire não foi capaz de alfabetizar nem a própria esposa, e a implementação do seu método fez o nível da educação brasileira chegar a níveis catastróficos.

Portanto, que Paulo Freira seja extinto e coloquem outro método no lugar, qualquer um que funcione!

Fazendo tudo isso, com certeza o número de universitários analfabetos funcionais no Brasil diminua de 80% para uns 10%.

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