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Cuba anuncia racionamento de comida

E o socialismo continua ‘dando certo’ na ilha caribenha…

A ministra do Comércio, Betsy Diaz Velazquez, disse à agência estatal de notícias de Cuba que serão aplicadas várias formas de racionamento para lidar com a escassez de alimentos básicos.

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Apesar de Velazquez ter atribuído a situação ao recrudescimento do embargo comercial dos Estados Unidos, imposto pela administração do presidente Donald Trump, economistas atribuem a situação à redução da ajuda vinda da Venezuela, onde o colapso da companhia estatal de petróleo levou ao corte de quase 2/3 dos carregamentos de combustível subsidiado.

Cuba usava este combustível enviado pelo ditador Nicolás Maduro em seu setor energético e como mercadoria para ganhar moeda forte no mercado aberto.

Nos últimos meses, um número crescente de produtos começou a desaparecer por dias ou semanas, e grandes filas começaram a se formar nos supermercados em poucos minutos, após o aparecimento de produtos escassos, como frango ou farinha, informa o Poder360.

O cubanos têm direito a uma cesta básica de alimentos a preços subsidiados, através de uma caderneta de racionamento conhecida como “la libreta”, que os próprios cidadãos consideram insuficiente.

Outros produtos são vendidos fora dessa caderneta, a preços regulados porém mais altos, na cadeia estatal de mercados Ideal. São estes que estão sofrendo as novas restrições anunciadas.

Vale lembrar que o embargo econômico dos EUA não permite, apenas, que Cuba negocie produtos norte-americanos com outras nações.

Afinal, se, para os socialistas, o problema do mundo é o livre-comércio com os Estados Unidos, o embargo que os impede de tal prática não deve ser problema, não é? Até onde sabemos, o socialismo deveria ser auto-suficiente, sem depender do ‘dinheiro capitalista opressor’.

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